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Reset Work: A governança da educação e do trabalho para o período pós-pandêmico

Ana Paula Arbache PhD

Fábio Alexandre Guimarães Botteon PhD




Resumo


A educação ganha destaque em agenda global, e, não por acaso, torna-se força motriz para a recuperação da economia no período pós-pandêmico. Entre o discurso e a prática há muito o que se fazer, e é preciso obstinação e engajamento para que isso possa se tornar uma realidade em todas as partes do mundo. Este ensaio tem como objetivo abordar, em um primeiro momento, dados relativos a educação no Brasil apresentando estudos que indicam os efeitos do período pandêmico e os desafios decorrentes dos mesmos. Na sequência, apresenta-se a agenda global para a qualificação e a requalificação de um bilhão de pessoas para atender às novas demandas do mundo. A educação está no centro das discussões presentes nesse estudo e, por isso, é importante abordar a governança da educação nos próximos anos, contribuindo para que as lacunas persistentes e presentes na área possam ser superadas e, com agilidade e precisão, possam garantir a formação de profissionais aptos para um mercado de trabalho mais exigente, competitivo e tecnológico.



1. O fardo do Período pandêmico para a governança da educação no Brasil


O que o fardo do período pandêmico deixará para a educação em nosso país? Como as governanças voltadas para a educação poderão reverter uma situação, que ainda não mostra todo o legado deixado pelo período desafiador que vivemos. Em alguns locais as aulas presenciais retornam e as escolas abrem às suas portas para os alunos e suas famílias que foram resilientes o bastante para continuarem educando seus filhos em situações adversas dentro de suas casas e, concorrendo com o período de trabalho que também acontecia dentro de casa.

Nós sabemos que, quanto mais crianças e jovens realizam seus estudos por meio da educação formal, mais chances possuem de transformarem suas vidas, bem como de contribuírem para uma sociedade mais evoluída e mais justa.


No entanto, os efeitos sociais e econômico do período pandêmico, deixou indivíduos e comunidades vulneráveis e distantes da escola, particularmente das escolas públicas do país.


Muitos governantes ainda estão aguardando para contabilizar o tamanho da evasão escolar, fruto do isolamento social necessário para conter a pandemia. Também, ainda não se sabe o quanto essa situação afetou o rendimento e os resultados daqueles que continuaram seus estudos, muitos deles em situações precárias e enfrentando barreiras físicas e não entendimento do modelo de educação à distância implementado, para que as aulas pudessem ocorrer.


O fechamento prolongado das escolas, a educação via plataformas de ensino, a falta de pessoas capacitadas para acompanhar os estudos dos alunos podem trazer resultados que impactarão futuramente a qualidade de seus estudos, levando-os a repetência, a evasão e a sua vulnerabilidade para atuar no mercado de trabalho.

Todos esses dados estarão à tona a partir de 2022, quando governos terão como mapear e identificar os aspectos significativos provenientes desse período, para superarem de forma eficaz e ágil a governança da educação para recuperação da educação em nosso país.


No relatório “Education in Brazil: an international perspective (© OECD 2021), e traduzido pelo Todos pela Educação (2021), aponta que o Brasil já havia estagnado em termos de crescimento econômico e redução das desigualdades mesmo antes da pandemia e destaca que a educação tem o papel importante para a recuperação do país, que para isso, desafios estratégicos precisam ser enfrentados. O documento informa que milhões de alunos abandonaram as escolas e precisarão de apoio e acompanhamento amparado pelos governos e pela sociedade para uma retomada com qualidade.


A educação é um direito social no Brasil e nossa Constituição garante o acesso ao ensino público e gratuito em todos os níveis e a obrigatoriedade inicia aos 4 anos na pré-escola e dura 14 anos até final do ensino médio.

No Brasil, a governança da educação está instalada em três esferas contando com o governo federal, os 26 Estados, o Distrito Federal e 5.570 municípios, como indica o documento acima.


Figura: 1 Organograma dos principais órgãos da educação nas esferas nacional, estadual e municipal.


Fonte: Fonte: (Presidência da República, 2020[30]), Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm (acesso em 19 de agosto de 2020); (Presidência da República, 1996[26]), Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, http://www.planalto.gov. br/ccivil_03/leis/l9394.htm (acesso em 6 de agosto de 2020); (MEC, 2020[31]), Organograma, https:// www.gov.br/mec/pt-br/estrutura-organizacional/organograma (acesso em 6 de agosto de 2020).


A nossa estrutura de governança é complexa e enfrenta desafios específicos por conta da diversidade de regiões e das demandas advindas das mesmas. Além disso, temas importantes que regem essa governança precisam ser abordados com maior profundidade para que a educação possa, efetivamente, ajudar na recuperação do Brasil pós-pandêmico, como: currículos, infra-estrutura, formação docente, horas letivas, programas de educação profissional, educação on line, ensino à distância, equidade no ingresso e participação no ensino superior, e muitos outros aspectos que possam garantir uma educação de qualidade e que possa formar profissionais para o mercado de trabalho do século XXI.


Conforme indica a ODCE, as habilidades exigidas para atuar no mercado de trabalho mudaram drasticamente e os profissionais terão que responder com prontidão essas habilidades. O documento mostra que nas três últimas décadas, a necessidade de alta e de média qualificação se tornaram condição para garantir um emprego formal e a escolaridade de qualidade para a população jovem e adulta fará a diferença entre quem estará dentro, ou fora do mercado de trabalho. Veja nos gráficos abaixo como o Brasil está nessa discussão:


Figura 2: Tendências do mercado de trabalho formal total e participação dos diferentes níveis de qualificação no mercado de trabalho – 1990 – 2015.


Fonte: (OCDE, 2020[1]), OECD Economic Surveys: Brazil 2020 [Relatórios Econômicos OCDE: Brasil 2020], https://doi.org/10.1787/250240ad-en.


Os gráficos indicam que temos muito o que caminhar e precisamos ser rápidos para inserir uma força de trabalho com alta qualificação para ajudar na recuperação do Brasil nesse futuro próximo. Isto é urgente pois, quanto mais qualificada a população, mais apta estará para empregos que exigem habilidades elevadas e maior será a produtividade decorrente da aplicação dessas habilidades.


As lacunas em relação a qualificação da força de trabalho jovem e adulta é mais evidente quando nos deparamos com o gráfico abaixo, demonstrando que é preciso um esforço ainda maior para trazer os brasileiros para um processo de qualificação capaz de garantir emprego e competitividade em relação aos demais profissionais no resto do mundo.


Figura 3: Percentual de adultos de 25 a 34 anos sem formação mo Ensino Médio ou Ensino Superior, por gênero – 2018.


Fonte: (OCDE, 2019[3]), Education at a Glance 2019: OECD Indicators [Panorama da Educação 2019: Indicadores OCDE], https://doi.org/10.1787/f8d7880d-en.


A equidade e a inclusão estão presentes em nossa Constituição, mas o que vemos é que ainda é preciso incidir esforços para que isso se torne realidade e possa contribuir para a redução das desigualdades que permanecem. A educação é vetor primordial para diminuirmos as disparidades, por meio da inserção de todos os brasileiros no mercado de trabalho com a possiblidade de obter renda e viver dignamente.

Infelizmente, os dados do PISA continuam indicando evasão e a reprovação como mazelas persistentes em nosso sistema de ensino. Elas custam caro para os governos, mas é mais custosa para os alunos, pois a falta de engajamento e motivação os afastam da escola e os distanciam do mercado de trabalho. Sem as habilidades adequadas eles não estarão aptos para competir pelas vagas em um mercado de trabalho cada vez mais exigente. É preocupante notar que no Brasil, as taxas de repetências são mais altas do que nos países da OCDE (2021) e, em nosso País, isso ocorre com frequência e em grande maioria entre os homens, os pobres e moradores das zonas rurais.


Os efeitos da reprovação são perversos, mostram a ineficácia do processo de ensino-aprendizagem, incentiva a maior evasão, menor formação e menores chances para ingressaa que no mercado. É um ciclo que se repete e é danoso para aqueles que não conseguem romper as barreiras que encontram no caminho da escola.


Ao abordarmos o ensino superior, houve uma alta expansão nos anos anteriores, entretanto, ainda continua baixo. Para a OCED (2021), somente 21% na faixa de 24 a 32 anos possuem ensino superior, quando olhamos para a pós-graduação dos brasileiros entre 25 a 64 anos concluem o título de mestre, “o que é bem abaixo da média da OCDE que é de 13% (apud OCDE, 2019).


Entre os obstáculos encontrados no ensino superior está a distância entre o ingresso e a formatura, muitos não conseguem se formar na duração prevista e isso decorre pelo fato de que muitos alunos não conseguem fazer a formação em tempo integral, dividindo o tempo de estudo com o trabalho, particularmente comum nos alunos que cursam instituição privada e que não possuem apoio financeiro para destinar o tempo somente para o estudo e a agenda sobrecarregada interfere no rendimento dos mesmo.


Ao finalizar as análises em relação a educação no Brasil, a OCDE indica que é preciso sustentar o crescimento dos indicadores em torno da educação por meio de alguns pontos importantes como: rever aspectos a respeito da evasão, reprovação, currículos pouco atrativos, necessidade de reformas para que os alunos possam adquirir educação de qualidade para que tenham condições de ingressar no mercado de trabalho sendo capazes de atender as necessidades do mercado e da economia. Em consequência disso, possam obter renda para viverem com bem-estar e dignidade.


As observações inseridas no documento da OCDE (2021) fazem um alerta para que a governança da educação do Brasil possa retomar do período pandêmico com mais foco no fechamento de mazelas que persistem e acarretam em um significativo descompasso para os brasileiros ingressarem nos postos de trabalho. Isso se faz urgente, pois esse mercado está exigente em termos de habilidades técnicas e comportamentais e ainda mais incrementado pelas novas tecnologias apresentadas pela quarta revolução industrial, ou Revolução 4.0, como também pela chegada Sociedade 5.0, nascida no Japão em 2016, e que irá transformar o mundo pela fusão dos dados advindos das tecnologias da revolução 4.0 (ARBACHE,2021) que veremos nas próximas reflexões.


1. A Governança da educação na centralidade da recuperação pós-Covid 19


A educação faz parte da centralidade de uma das agendas essenciais para a retomada da sociedade e da economia global no período pós-pandêmico. Em outubro de 2020, diferentes stakeholders se reuniram para refletirem como poderiam acelerar a retomada econômica dos países, para vencerem os desafios impostos por um dos momentos mais difíceis vividos pela humanidade: a pandemia do COVID-19


A tarefa não é fácil e, para isso, o esforço deve vir de uma coalização integrada por governos, organizações da sociedade civil e privada e organizações não governamentais. Essa é uma macro agenda cuja finalidade é agir com rapidez, para inserir um bilhão de pessoas no chamado reset work, como indicado o documento publicado em janeiro de 2021 pelo Fórum Mundial de Davos e pela PWC: Upskilling for Shared Prosperity (FÓRUM MUNDIAL DE DAVOS, et, al, 2021).


O documento ressalta que um bilhão de pessoas terão que ser qualificadas e requalificadas para entrar no mercado de trabalho, a partir de 2022. Isto se deve pelo afastamento de muitas pessoas do próprio mercado, devido ao desemprego gerado pela crise financeira e agravada pela pandemia em muitos países.


No Brasil, a taxa de desocupação em julho de 2021 estava em 13,7% e preocupa, pois há ainda uma população que gostaria de conseguir um emprego, mas desistiu de procurar, e no primeiro semestre de 2021, já somava 6 milhões de brasileiros nessa condição. Ao adicionarmos as pessoas sem emprego e os desalentados são cerca de 21 milhões pessoas fora do mercado de trabalho e, consequentemente, com conhecimento e habilidades obsoletas para um mercado de trabalho que evolui rapidamente para a era tecnológica e digital (IBGE, 2021).


O documento é claro em mostrar que viveremos um momento crítico, pois o contingente de pessoas é alto e está por todo o mundo. Os especialistas que auxiliaram nas definições da pauta para a retomada, são enfáticos em dizer que essa virá por quatro fatores, sendo eles: o crescimento dos PIBs dos países, do aumento de oferta de emprego formal, da atualização das habilidades das pessoas para o ingresso no mercado de trabalho e pela equidade ou seja, é preciso trazer todos para essa agenda.


Outro ponto importante nessa agenda alerta que a retomada não virá por práticas antigas e obsoletas, é preciso ir além do “mais do mesmo” e a inovação será vetor presente para a sua concretização. Com isso, será preciso sair da zona de conforto, rever as lacunas presentes em cada um dos países no que tange a qualificação e requalificação de sua força de trabalho e propor um movimento de tração imediata e forte, onde cada um dos stakeholders envolvidos, poderão fazer a sua parte para que todos possam sair bem-sucedidos. Na imagem que segue, é possível ver o quanto as regiões poderão crescer, caso comecem, desde já, aplicarem a agenda de qualificação e requalificação de sua força de trabalho.


Figura 3: Potencial de crescimento por região a partir das ações de qualificação e requalificação da força de trabalho.


Fonte: World Economic Fórum & PWC (2021).


Por meio da imagem é possível notar que países da região norte são aqueles que tem potencial de crescimento menor, pois já estão tracionando em termos de educação frente aos avanços tecnológicos, enquanto as regiões do sul são aquelas que têm potencial maior de crescimento, pois ainda precisam alcançar padrões de educação compatíveis com as demandas da revolução tecnológica e então tracionar para o crescimento. O que é necessário entender é que não temos tanto tempo assim para traçar estratégias e políticas assertivas para a governança da educação em nosso país, uma vez que o Brasil está em uma região que tem o potencial de crescimento de até 7,2%, assim, agir com rapidez não é uma escolha, é uma decisão que fará a diferença para os brasileiros.


O incremento na qualificação e requalificação da força de trabalho pode inserir cerca de 6 trilhões de dólares até 2030, por conta do aumento da produtividade e o alinhamento com as transformações tecnológicas. É preciso começar a investir agora na jornada da agenda Upsklling ou Reskilling Revolution, para que se possa reduzir as desigualdades por meio da inserção de jovens e adultos a empregos formais e, com isso, dando oportunidade de melhoria de vida para as populações.


A Revolução 4.0 está remodelando o futuro dos empregos e não é novidade que a automação e a inteligência artificial entregarão “horas trabalho” que eram realizadas por seres humanos, muitos setores estão embarcando essas tecnologias e disruptando postos de trabalho. Muitos deles já desapareceram e, os postos irão surgir, necessitarão de uma maior interface com as tecnologias e com novas habilidades, como indica o documento do Fórum Econômico Mundial. O documento anuncia que é possível criar 5,3 milhões de empregos até 2030, mas esses empregos irão exigir inovação, criatividade e habilidades na área de tecnologia da informação.


Figura 4: Potencial de crescimento do PIB a partir do Upsklling, 2020-2030.


Fonte: World Economic Fórum & PWC (2021)


A clareza da mensagem não deixa dúvidas, é preciso pivotar a governança da educação para atender as demandas de um mundo que mudou e está mais exigente. Juntamente com a crise humanitária vivida pelo Covid-19, os seres humanos são chamados para atenderem as demandas de mundo mais tecnológico, integrado, disruptivo e acelerado.


A educação concentra uma alta dose de responsabilidade para preparar esses seres humanos para viverem essa nova realidade. A agendaRreset work/Upskilling, refere-se a expansão da empregabilidade para que as pessoas possam participar dessa nova era. Por meio dela, haverá maior recuperação econômica, redução das desigualdades e maior estabilidade social.

Mais do que nunca, há uma grande oportunidade de revolucionar a qualificação da força de trabalho, alargando seu potencial de empregabilidade.


A agenda Reset Work traz informações por regiões e segmentos do mercado, sendo interessante o seu estudo para que, no detalhe, se possa compreender as oportunidades contidas na região onde o Brasil está inserido e promover ações mais assertivas e urgentes para a governança da educação no período pós-pandêmico.


Asprctos Conclusivos


Sendo assim vale questionar: O cenário que estamos vivendo está preparado para essa retomada? O que vimos nas reflexões acima é que estamos longe disso!

Vivemos em um processo de ressignificação da força motriz do trabalho e executar a agenda Reset Work/Upskilling é a solução ágil e efetiva para que se possa tracionar a educação, colocação e recolocação das pessoas nesse mercado de trabalho oriundo de gaps técnicos e comportamentais produzidos pela pandemia do COVID 19 e pela aceleração da transformação tencológica. Se faz necessário um olhar estratégico e sistêmico: primeiro em função do tipo de evolução tecnológica vivida por cada setor e seu impacto no modelo de negócio, em segundo é necessário mapear as habilidades e competências existentes na atualidade no mercado de trabalho, bem como as que serão necessárias para que as empresas possam gerar competitividade na sua força motriz de trabalho e, por último, como será possível capacitar crianças, jovens, adultos e os maturis para inserção nesse mercado em movimento aceleradíssimo.


Sendo assim, será fundamental que a governança da educação brasileira, do ensino fundamental e médio, foquem suas energias em trazer, além do conhecimento, o desenvolvimento socioemocional de seus alunos com foco na compreensão e utilização das tecnologias digitais de informação como ferramenta indispensável na construção do protagonismo necessário à sua autonomia, seu projeto de vida e conquista da sua consciência crítica. O desenvolvimento socioemocional do aluno promove uma pivotagem no rendimento escolar, redução na evasão escolar, bem como o empoderamento de crianças e jovens frente à construção de novas práticas e saberes.


Quanto ao ensino superior, de graduação e pós-graduação, será necessária uma maior parceria entre as instituições de ensino, públicas, privadas com as empresas para que se possa otimizar o ensino e transformá-lo em ferramentas utilizadas para se preencher os gaps resultantes da mudança exponencial vivida durante e pós-COVID no cenário da empregabilidade.


Finalizando, é necessário que a governança na educação construa um processo de destrave do desenvolvimento humano e profissional fazendo com que os atores envolvidos nesse processo, possam protagonizar suas ações de forma articulada para apresentar às empresas o melhor profissional possível para o atual cenário da empregabilidade tanto nas esferas nacional, estadual, municipal, distrital como nas empresas públicas ou privadas de nosso país.


Texto apresentado por ocasião do Evento: Reset Work: A governança da educação e do trabalho para o período pós-pandêmico. Realizado pelo Comitê de Educaçao da Rede de Governança Brasil, em 16 de novembro de 2021 em plataforma on line.


Referências:


AGÊNCIA BRASIL. Desemprego cai para 13,7% no trimestre encerrado em julho. Inhttps://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2021-09/ibge-desemprego-cai-para-137-no-trimestre-encerrado-em-julho > Acesso em outubro de 2021.


ARBACHE, Ana. A liderança no período pós-pandêmico: tendências emergentes no mundo dos negócios. In<https://arbache.com/blog/a-lideranca-no-periodo-pos-pandemico-tendencias-emergentes-no-mundo-dos-negocios/> Acesso em setembro 2021.


NUZZI, Victor. IBGE: Brasil tem 14,8 milhões de desempregados e 6 milhões de desalentados. In< https://www.brasildefato.com.br/2021/07/30/ibge-brasil-tem-14-8-milhoes-de-desempregados-e-6-milhoes-de-desalentados>. Acesso em outubro 2021.


OCDE. Education in Brazil: an international perspective. In:https://www.oecd-ilibrary.org/education/education-in-brazil_60a667f7-en> Acesso em set. 2021.


PILOTO, CLARA, et al. Obsolescência de competências e riscos globais para a educação na Quarta Revolução Industrial. Trad Arbache Innovations. In:< https://arbache.com/blog/obsolescencia-de-competencias-e-riscos-globais-para-a-educacao-na-quarta-revolucao-industrial/>. Acesso em outubro, 2021.


WORLD ECONOMIC FÓRUM & PWC. Upskilling for Shared Prosperity. In< https://www.weforum.org/reports/66f2ea7f-4fd3-4e05-8313-888196373558>. Acesso em Agosto 2021.


Os autores


Ana Paula Arbache, Pós-doutora em Educação pela PUC/SP. Doutora em Educação pela PUC-SP. Mestre em Educação pela UFRJ. Certificada pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) - Challenges of Leadership in Teams (2015), Leading Innovative Teams (2018). Docente Convidada dos cursos de MBA FGV. Facilitadora Global Alumni. Founder - CEO HR Tech Arbache Innovations, responsável pelas ações de Recursos Humanos, Liderança, Governança Corporativa, Sustentabilidade, Gamification e People Analytics. Coordenadora do Comitê de Educação da Rede Governança Brasil. Fundadora da página de empoderamento feminino “Mundo Melhor” e do Coletivo HuBMulher. Parceira WEPS/Pacto Global. Pesquisadora e autora das obras “Projetos sustentáveis: Estudos e práticas brasileiras” (2010), “Projetos sustentáveis: Estudos e práticas brasileiras II” (2011), “Sustentabilidade empresarial no Brasil: Cenários e projetos” (2012), “A crise e o impacto na carreira” (2015), “O RH transformando a gestão – Org.” (2018) e “Carreira Feminina” (2020), Responsabilidade Social e Diversidade (2020). Mentora de carreira para executivos. Criadora do programa Get Songs de carreira/Pearson. Mentora voluntária PMI/SP e Instituto Ser Mais. Editora, colunista e gestora do blog da Arbache Innovations (arbache.com/blog). Criadora da Página de Empoderamento feminino Mundo Melhor e palestrante em encontros nacionais e internacionais.



Fábio Alexandre Guimarães Botteon, Doutor pela UNESP-Faculdade de Medicina de Botucatu, Mestre pela UEL/PR, Especialista e Graduado pelo Centro Universitário Barão de Mauá, Docente Superior, MBA em Gestão de Pessoas – FGV, Personal, Professional, Executive e Business Coach – Sociedade Brasileira de Coach e Fundador da Botteon Consultoria em Desenvolvimento Empresarial LTDA-ME. Professor Adjunto e Coordenador de Comunicação Científica do Centro Universitário de Adamantina. Professor convidado da Pós-Graduação em Administração da FGV/São José do Rio Preto, Professor convidado da FGV Management programas MBA em Gestão de Projetos, MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores e MBA em Gestão de Pessoas. Atuante em Palestras, Processos de Treinamentos e Consultoria Organizacional nas áreas de Liderança, Gestão Estratégica e Empreendedorismo e Inovação.