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RGB realiza live sobre Governança aplicada às Inteligências Artificiais


A Rede Governança Brasil (RGB) realizou, nesta segunda-feira (29), uma live sobre Governança aplicada às Inteligências Artificiais. O debate contou com a presença do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e embaixador da RGB, Augusto Nardes; do ex-ministro da Saúde e atual coordenador do Comitê de Governança em Saúde da RGB, Nelson Teich; do ex-ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações e atual senador do estado de São Paulo, Marcos Pontes; e do coordenador do Comitê de Governança em Ciência, Tecnologia e Inovação da RGB, Walter Marinho, que foi o mediador do bate-papo.


No início do debate, Augusto Nardes disse que o TCU conta com um grupo de especialistas de diversas áreas para debater e implementar a utilização da Inteligência Artificial. E, segundo ele, o tribunal utiliza dois robôs: um que cuida das licitações e editais e outro que cuida de irregularidades e riscos.


“Hoje nós temos um robô chamado Alice, que faz o acompanhamento de todas as licitações. Além disso, todas as aposentadorias do Brasil são acompanhadas pelo Sistema Alice, que cuida das compras e do controle de aquisições. Já o outro se chama Mônica, que faz o monitoramento de todas as irregularidades e riscos”, relatou o ministro do TCU.


Em seguida, Nelson Teich fez questão de frisar que a Inteligência Artificial é uma ferramenta e não uma solução. De acordo com ele, é preciso utilizá-la de forma responsável e ética, com a finalidade de maximizar os benefícios e minimizar os riscos e impactos negativos para a sociedade.


“O que vale é quem está por trás da ferramenta. No fim, são sempre as pessoas que contam. Uma coisa é você ter a Inteligência Artificial te ajudando a atingir as suas metas, outra coisa é você começar a delegar o que você não quer se responsabilizar, uma coisa que você deveria estar atento. Então, é preciso mapear riscos e benefícios. A Inteligência Artificial veio para ficar e, agora, temos que saber administrar tudo isso”, disse.


Já Marcos Pontes enfatizou que toda tecnologia poderosa tem suas vantagens, desvantagens, oportunidades e riscos envolvidos. E disse que quando pensamos na utilização da Inteligência Artificial, é possível dividí-la em quatro setores.


“Nós temos o desenvolvimento da tecnologia, a aplicação desta tecnologia, as implicações destas aplicações e como regular isto de forma que preserve a ética, os dados, para tentar que ela fique contida no lado positivo. Então, nós temos o monitoramento, a coleta de dados, a análise destes dados e as suas aplicações”, contou.


Durante o bate-papo, as autoridades puderam relatar como a Inteligência Artificial tem sido usada em várias áreas e como o Brasil tem progredido na sua aplicação. Se você quiser acompanhar como foi este debate riquíssimo, acesse aqui.


Assessoria de Comunicação da RGB


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