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Nova edição do Mulheres da Governança traz Ivonice Campos

Atualizado: 30 de set.


Foto: Mulheres da Governança


A Rede Governança Brasil (RGB), com apoio do Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público (IGCP), apresentou na última quarta-feira (13.07) mais uma edição do projeto Mulheres da Governança. A diretora institucional, Elise Brites, conversou com a coordenadora do Comitê de Governança para o Desenvolvimento Social e Humano, Ivonice Campos.


Durante o encontro virtual, a coordenadora lembrou da família de origem italiana e destacou sua trajetória profissional, governança, políticas públicas e projetos.


Humildade, versatilidade e desapego são valores que fazem parte da vida de Campos. “O desapego é uma qualidade crescente na vida humana e que precisamos levar conosco até nosso último dia de vida. Até pelo momento que estou vivendo, eu acho que é importante fazer crescer uma constelação de estrelinhas que fazemos parte e que precisamos andar juntas”, comentou ela que recentemente perdeu o marido.


Um dos pontos altos da live foi o debate em torno dos desafios do mercado de trabalho, que em algumas áreas são comandadas por homens. A coordenadora do Comitê de Governança para o Desenvolvimento Social e Humano, formada em engenharia química, observou como foi desenvolver a atividade intelectual e construir projetos empreendedoras em favor de um bem comum.


“Isso me fez aprender a ouvir muito, porque tinha que ir em comunidades ou ouvir os clientes demandantes o que era necessário ou preciso, e prestar atenção na natureza”, contou Ivone, que com apenas 20 anos comandava uma equipe 2.700 pessoas.


Governança


A coordenadora disse ainda que uma das preocupações ao introduzir 32% de mulheres na indústria carboníferaera que elas tivessem respeito e equidade. “ Até mesmo na iniciativa privada ou nas atividades públicas que eu atuo até hoje, o respeito a governança é o reconhecimento dos valores da ética inspirados no reconhecimento histórico desde Thomas More, Erasmo de Roterdã, quando eles tentaram escrever o primeiro código de conduta que orientava os filhos da elite”, exemplificou.


A diretora institucional perguntou a convidada quais seria projetos que poderiam inspirar mulheres. Campos respondeu sobre o trabalho conjunto: “É o tempo do empreendedorismo, dos stakeholders. É o tempo da cooperação e da colaboração. Ninguém mais vai empreender para tratar apenas de um produto e prestação de um serviço. Nós vamos ter que pensar na questão da responsabilidade social, e as mulheres com nosso talento, feminino e sensibilidade, temos de organizar toda essa pauta de sustentabilidade e responsabilidade social de forma simultânea”, finalizou.


Para saber mais, acesse o conteúdo na íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=7FtGfP2rbrU



Assessoria de imprensa da RGB